Departamento de Ciência Política promove seminários virtuais sobre Covid-19
Dados apresentados pela professora Lorena Barberia no primeiro seminário, realizado em 31 de março
Dados apresentados pela professora Lorena Barberia no primeiro seminário, realizado em 31 de março
Uma pesquisa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP construiu, de forma inédita, um painel da história do vestuário no Brasil desde o século 19, com a produção em série de roupas para escravizados, até o início dos anos 1960, quando a indústria têxtil nacional já apresentava traços semelhantes aos dos grandes centros do Ocidente.
Nas últimas décadas, o tema dos direitos humanos no Brasil experimentou dois períodos distintos: um fenômeno de expansão, com programas e políticas públicas em uma reação da sociedade civil à violência praticada por autoridades do Estado, que teve seu ápice com o massacre do Carandiru, em 1992; e um movimento em reação a tais políticas, principalmente após o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, implementado em 2009, e que teve a Comissão da Verdade como principal produto.
Imagine, caro leitor, se o governo limitasse os saques de sua conta bancária a partir de amanhã. Pois bem, foi o que aconteceu no dia seguinte à posse de Fernando Collor de Melo, como Presidente do Brasil, em 1990.
O Plano Brasil Novo (conhecido como Plano Collor), entre outras medidas contra a inflação, limitou o saque de contas bancárias a R$ 8.300, em valores atuais, não importando o saldo existente, e sumiu com cerca de 75% do dinheiro em circulação na economia brasileira.
O diagnóstico e o tratamento da esquizofrenia podem ser auxiliados com análises da entonação de voz dos pacientes. Uma pesquisa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP apontou diferenças significativas na frequência da voz entre pacientes com esquizofrenia e pessoas sem transtornos mentais.
A trajetória de imigrantes africanos em busca de se legalizarem no Brasil foi tema de um doutorado do Departamento de Geografia da FFLCH USP, defendido em março de 2018.
O geógrafo Allan Rodrigo de Campos Silva acompanhou angolanos, senegaleses e congoleses que não encontram alternativas viáveis para se legalizar, e acabam empurrados ao Estatuto do Refugiado como única forma de estabelecer uma vida por aqui.