Na USP, estudos africanos e indígenas são analisados para além de registros escritos

Na USP, estudos africanos e indígenas são analisados para além de registros escritos
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Redação
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Histórias afro-diaspóricas e indígenas para além de documentos serão tema de Workshop  – Foto: Magnific
Histórias afro-diaspóricas e indígenas para além de documentos serão tema de Workshop  – Foto: Magnific

Com o objetivo de propor um espaço de discussão dedicado aos desafios de escrever histórias da África, afrodiaspóricas e indígenas para além dos limites do arquivo escrito, o Workshop Histórias Além do Escrito reunirá pesquisadores da área entre os dias 9 e 11 de junho. O evento é promovido pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP com apoio do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), também da USP, entre outras unidades.

Articulando o debate interdisciplinar entre história, arqueologia, linguística, arquivos e etnografia, o encontro pretende refletir sobre como diferentes tipos de evidência, especialmente a linguística, podem ser mobilizados para reconstruir passados que se desenvolveram de outras formas além da escrita. Por isso, graduandos em níveis avançados, pós-graduandos e docentes foram convidados a submeter propostas relacionadas às temáticas para discutir seus trabalhos.

O evento é organizado por Marcos Abreu Leitão de Almeida, professor de História da África na USP, e promovido pelo Departamento de História e da pós-graduação em História Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Além do apoio do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) e da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da USP.

Como participantes, o workshop contará com Kathryn de Luna, professora do Departamento de História da Georgetown University, EUA; David L. Schoenbrun, professor na Northwestern University, EUA; Fernando Orphão de Carvalho, professor do Setor de Linguística do Museu Nacional/UFRJ, e Rosa Vieira, professora do MAE.

Texto publicado no Jornal da USP: https://jornal.usp.br/diversidade/na-usp-estudos-africanos-e-indigenas-sao-analisados-para-alem-de-registros-escritos/