Ação preventiva com agressores pode evitar feminicídios

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Agência Brasil
Resumo

Ameaças, depois violência física, até o assassinato - a pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Débora Piccirillo, disse que ações extremas de violência costuma ser precedidas de outras agressões. Por isso, ela acredita que são necessárias ações para lidar com homens denunciados por agressão de forma a evitar feminicídios. A especialista comentou o aumento do número de assassinatos motivados por questões de gênero no estado de São Paulo.

Nome do(a) professor(a) e/ou pesquisador(a)
Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP)