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Resumo
São 25 milhões de pessoas nesta ocupação. Mas as desigualdades persistem. É preciso tratá-la como bem público – com formação adequada, salários dignos e contratos protegidos. Não restrita às mulheres e nem confinada às famílias. Diversos países mostram como fazê-lo
Nome do(a) professor(a) e/ou pesquisador(a)
Nadya Araujo Guimarães
Departamento do(a) professor(a) e/ou pesquisador(a)
Sociologia