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Jornal da USP
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Resumo
A inteligência artificial adentrou silenciosamente os corredores das universidades. Primeiro, como curiosidade experimental — um assistente que sugeria palavras melhores, corrigia tempos verbais ou organizava sumários com precisão algorítmica. Mas bastaram alguns meses para que se tornasse algo mais: uma presença, uma força difusa que alterava o modo como se escreve, se lê, se pensa. Aquilo que parecia ser apenas uma ferramenta passou a produzir efeitos profundos na própria arquitetura da pesquisa acadêmica. Não mais apenas uma caneta refinada, mas um espelho que devolve ao pesquisador a imagem de seu próprio método, ampliada, distorcida, por vezes iluminada.
Nome do(a) professor(a) e/ou pesquisador(a)
Gabriel Teles