Data de publicação
Nome do veículo
Jornal da USP
Link da matéria/artigo
Resumo
Em setembro de 2025, o Supremo Tribunal Federal viveu um instante curioso: entre togas, protocolos e juridiquês, um verbo roubou a cena. Durante o histórico julgamento da trama golpista, um dos advogados de defesa, no calor da sustentação oral, repetia que seu cliente havia tentado “demover o presidente”. Até aí, nada de novo: advogados costumam adorar verbos solenes. Mas eis que a ministra Cármen Lúcia, afiada como professora de língua portuguesa em dia inspirado, perguntou em voz alta: “Demover do quê?”.
Nome do(a) professor(a) e/ou pesquisador(a)
Marcelo Módolo e Henrique Braga
Departamento do(a) professor(a) e/ou pesquisador(a)
Letras Clássicas e Vernáculas