Uso de tornozeleira pelo agressor e fortalecimento da rede de apoio: os desafios e as apostas para romper o ciclo da violência contra mulher

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GaúchaZH
Resumo

Pesquisadora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e doutoranda em Sociologia pela Universidade de São Paulo, Betina Barros atribui o elevado número a dois fatores: o machismo enraizado, num Estado de cultura patriarcal, e a qualidade das análises dos casos de homicídios de mulheres, que permite a tipificação dos feminicídios, o que nem sempre se vislumbra em todos os locais.

Nome do(a) professor(a) e/ou pesquisador(a)
Betina Barros
Departamento do(a) professor(a) e/ou pesquisador(a)
Sociologia