FFLCH tem destaque no QS World University Ranking by Subject 2019

Duas áreas estão entre as 50 melhores universidades do mundo: Línguas Modernas na 30ª posição e Geografia em 42ª, e outras sete estão entre as 200
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Eliete Viana
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No dia 26 de fevereiro, foi divulgado o resultado do QS World University Ranking by Subject, que avaliou 48 áreas específicas. Nesta classificação, a USP está entre as 200 melhores universidades do mundo em 39 áreas, sendo que nove delas são relacionadas à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, sendo a Unidade da USP com mais áreas específicas na classificação. 

As 48 áreas específicas avaliadas são agrupadas em cinco grande áreas. Nessa classificação geral, a Universidade subiu posições em relação ao ano passado e foi classificada entre as 100 melhores do mundo nas cinco grandes áreas. As áreas específicas da FFLCH fazem parte de três grandes áreas: Artes e Humanidades, Ciências Sociais e Administração, e Ciências Naturais (Veja no final da matéria quadro com as 39 áreas em que a USP está entre as 200 melhores).

Duas áreas da FFLCH estão destacadas entre as 50 melhores: Línguas Modernas (30ª) e Geografia (42ª). Quatro áreas estão entre a posição 51ª e a 100ª posição: História, Antropologia, Política e Estudos Internacionais, e Sociologia. Na posição 101ª e a 150ª, está a área de Filosofia; enquanto que Língua Inglesa e Literatura, e Linguística figuram entre as 200 melhores universidades do mundo.

Desempenho

"Um departamento que se dedica ao ensino/aprendizagem de línguas, literaturas e culturas estrangeiras tem uma vocação natural para a internacionalização, objetivo tão valorizado nos rankings internacionais”, declarou a professora Lenita Maria Rimoli Esteves, sobre o desempenho das Línguas Modernas, Língua Inglesa e Literatura no QS World University Ranking by Subject – áreas que fazem parte do Departamento de Letras Modernas que a docente chefia há quase dois anos.

Neste ano, Línguas Modernas subiu algumas posições, de 42ª em 2018, para 30ª neste ano; e Língua Inglesa e Literatura manteve-se na colocação de 151ª e a 200ª. Outra área que melhorou o desempenho foi Geografia. Em 2018 figurava entre a 51ª e a 100ª posição, agora passou para a 42ª.

Para Lenita, outro fator importante para uma boa colocação é o regime de dedicação integral à docência e à pesquisa (R.D.I.D.P.) dos professores da USP – na Unidade cerca de 96% dos professores estão neste regime. “Esse dinamismo só é possível porque somos professores exclusivamente dedicados ao ensino, à pesquisa e à extensão, que fazemos da sala de aula nosso próprio laboratório, informando a atividade docente com resultados de pesquisa, a pesquisa com insights obtidos em sala de aula, e divulgando esses resultados e progressos para a comunidade como um todo", enfatizou.

O chefe do Departamento de Ciência Política, João Paulo Candia Veiga, ressaltou que a manutenção da área de Política na colocação 51ª e a 100ª se deve pela qualidade do programa de Pós-graduação e a realização da Escola de Verão – a IPSA-USP Summer School in Concepts, Methods and Techniques in Political Science, Public Policy and International Relations, que completou 10 anos em 2019.

“O programa é considerado de excelência pelo órgão regulador, em nível de mestrado e doutorado, atualmente avaliado com a nota máxima (7) junto à Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior] e a IPSA é a maior Escola de Verão do Hemisfério Sul em métodos e técnicas de pesquisa". 

Publicado desde 2011 pela Quacquarelli Symonds, organização britânica de pesquisa especializada em instituições de ensino superior, o ranking avaliou as universidades de acordo com quatro indicadores (reputação acadêmica, reputação entre empregadores, citações científicas e índice H), adaptados de acordo com área específica.


(Com informações da Assessoria de Imprensa da USP)

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